Projeto Raízes da Gente

Projeto Raízes da Gente
Projeto Raízes da Gente - Cantagalo: 200 anos fazendo história e cultivando valoreCantagalo traz em seu nome a história de sua fundação. Vilarejo que cresceu sinuoso com as lavras de ouro em um riacho, cercado de lendas e disputas. Vila que assentou e expandiu entre os limites da mata selvagem e a riqueza do café. Cidade lapidada por seus 200 anos de história. Em nossa cidade há muitos ingredientes diferentes que conferem à sua gente e à sua história matizes de cores, sabores, sons, letras e ciência. A riqueza dos barões, que edificou o precioso patrimônio das fazendas de café, através da lida do povo negro, trazido para nossa região como escravos. As várias levas de imigração, que trouxeram os suíços, os libaneses, os italianos... acrescentando inúmeros traços à cultura local e à feição do nosso povo. Personalidades da Literatura e das Ciências, como Euclides da Cunha, Rodolpho Albino e Chapot Prevost, nasceram em nosso solo e, como nós, são raízes na mesma história. Assim como eles, cada pessoa que nasceu ou escolheu Cantagalo como sua terra, finca raízes, constrói a história e frutifica vivência e saberes.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

PASSEANDO POR TERESÓPOLIS


Além da visita ao PARNASO, aproveitamos o dia em Teresópolis para visitar o centro de treinamento da CBF, na Granja Comary, o orquidário Aranda além de participarmos de um city tour, conhecendo pontos turísticos e históricos da cidade. Tivemos oportunidade também de desfrutar da vista do Dedo de Deus, a partir do Mirante do Soberbo e reabastecer nossas garrafinhas de água na Fonte Judith.

VISITA AO PARNASO


Vivemos mergulhados em ilhas de Mata Atlântica que restaram destes longos 500 anos de exploração. Em cada ilha verde encontramos uma biodiversidade indescritível. Variedade de fauna e flora que desperta a curiosidade e o espírito investigativo de nossos alunos. Ou que simplesmente nos levam à contemplação, nos permitindo reequilibrar as energias perdidas em nossa correria do dia a dia.


Em 25 de março, visitamos o Parque Nacional da serra dos Órgãos (PARNASO), na sede de Teresópolis e mergulhamos em um mundo verde de beleza inigualável. Participaram desta visita os alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, que puderam reconhecer, na prática, as características próprias à Floresta Atlântica de região de sub-montana e montana. Apesar de não estendermos nossa visita à Pedra do Sino, os alunos puderam compreender, através das informações partilhadas no Centro de Visitantes do Parque, as características de um ambiente de campos altos.


Professores e alunos percorreram várias trilhas no Parque, como a Trilha Suspensa, Trilha do Caxinguelê, Trilha da Primavera e a Trilha Mozar Catão, além de percorrer as vias calçadas do Parque. Ao final das trilhas, o grupo descansou às margens da piscina natural. Um descanso merecido depois de muuuuuuuuuiiiiiitos quilômetros de caminhada.

MURAIS

Sempre preparamos os murais para que a acolhida aos nossos alunos no retorno às aulas represente uma mostra do projeto em que vamos mergulhar durante o ano letivo. Mas neste ano fizemos diferente: os murais de cada sala de aula foram preparados por alunos e professores no primeiro dia de aula. Assim foi possível compartilhar a diversidade existente entre nossos alunos.
Os murais ficaram lindos, como não poderia deixar de ser. Ficaram lindos porque refletiram a sensibilidade e o envolvimento de aluno e de cada professor envolvido.
Vocês podem conferir o resultado deste primeiro trabalho pelas fotos postadas.

BRASIL DE MUITOS BRASIS

O Brasil é a cara da diversidade: temos a mais rica biodiversidade do planeta, o brasileiro é o resultado da miscigenação de todas as etnias o que resulta em uma cultura fartamente plural. É este o Brasil que vamos explorar em 2010: O Brasil bio-diverso, o Brasil da diversidade étnica e o Brasil pluricultural. É este o nosso Brasil, de todas as cores, de todos os sabores, de todas as formas, saberes e encantos. Embarque conosco nesta viagem de redescobrimento do Brasil de muitos brasis.

No primeiro bimestre já estamos trabalho com o eixo temático Brasil bio-diverso. Os resultados desta viagem naturalista você vai conferir em nosso blog.

RETOMANDO AS POSTAGENS

Queridos alunos, pais, professores e amigos.

2009 foi um ano de muito trabalho – e de trabalho bem feito por vocês! Por isso alcançamos excelentes resultados, expandimos nossas fronteiras, conquistamos novos amigos e reforçamos os laços de amizades com amigos de longa data.
Em 2010 não será diferente. Vamos arregaçar as mangas, colocar o pé na estrada, dar asas à imaginação e à investigação para redescobrir um mundo novo. Vamos embarcar em ma nova viagem. Estejam preparados: a partida já foi dada!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Concurso de redação - 1º lugar, EM

Guerra pra quê?


Muitos acham que a guerra é uma solução viável para que se estabeleça a paz, mas será que só causando dor a terceiros podemos trazer a paz? A paz que a guerra traz nada mais é que uma paz fragilizada. Com essa “paz”, a guerra nunca acabará.
Anos de guerra fazem muitas mudanças, milhões de pessoas morrem e outros milhões as substituem, como peças de um jogo estratégico. Na guerra, a vida perde seu valor. Se somos tão desenvolvidos, como falamos, por que, na hora de resolvermos os conflitos, agimos de forma tão irracional e dizimamo-nos uns aos outros?
Podemos ser mais que apenas palavras vazias, podemos ter atitudes e resolver os conflitos de modo pacífico, com diálogo entre líderes. E tudo isso sem dar um tiro!
Há muitas guerras na história mundial, guerras entre países e guerras dentro de u país, que é o caso de guerras internas.
No Brasil, houve uma sangrenta e irracional guerra, que muitos querem esquecer. Foi a Guerra de Canudos, em 1897. Tendo apenas a fé e a caatinga como escudo, os sertanejos, no sertão da Bahia, lutaram e resistiram bravamente contra o exército opressor. No final, sangue e suor regaram aquele solo seco, ali jaziam milhares de corpos de brasileiros que morreram por um ideal, por sua crença e, logo após a matança, tiveram seus lares destruídos, numa tentativa falha de apagar aquele episódio.
Já dizia o escritor Euclydes da Cunha: “A guerra é coisa monstruosa e ilógica em tido”. Sim a guerra é tudo isso.
Devemos evitar a guerra, devemos lutar contra ela e buscar caminhos pacíficos, fazendo assim, do mundo, um lugar melhor.

Gisele Roque de Souza
9º ano do Ensino Fundamental

Concurso de REdação - 1º lugar, EM

Sou contra a guerra e o terrorismo

Algumas pessoas acham que a guerra ou o terrorismo vão melhorar o país em que vivem ou até mesmo o mundo. Elas não percebem que com isso vão gerar mais destruição e violência.
Vivemos em um mundo em que várias pessoas lutam pelo mesmo objetivo, sempre querem mais poder, e essa ganância acaba gerando muitos conflitos que resultar em uma grande guerra.
Podemos tomar como exemplo a Guerra de Canudos que se iniciou porque fazendeiros da região, unindo-se à igreja, acreditaram e espalharam a idéia de que a comunidade de Canudos, liderada pelo chefe religioso Antônio Conselheiro, se armava para atacar a república e reinstalar a Monarquia. Desta forma o exército foi mandado para a região, e após três grandes batalhas, todo o arraial foi destruído e milhares de sertanejos executados.
Defendo a idéia de que guerra ou terrorismo não vão melhorar o mundo, pelo contrário, vão gerar sempre rivalidades e morte de pessoas, assim como aconteceu em Canudos, onde milhares de sertanejos foram executados pois estavam unidos, acreditando em uma salvação que os livrasse da miséria gerada pela seca e pelo abandono dos governantes


Amanda
1º ano do Ensino Médio

Concurso de Redação

A guerra e o terrorismo são soluções aceitáveis?
Alunos do Ensino Fundamental II e Médio participaram do concurso de redação interno, elaborando um artigo de opinião em relação ao tema proposto:
A GUERRA E O TERRORISMO SÃO SOLUÇÕES ACEITÁVEIS?
PREMIAÇÃO
1º lugar - Ensino Fundamental:Gisele Roque de Souza, 9º ano
Menção Honrosa - Ensino Fundamental: Felipe Marques Palma, 6º ano
1º lugar - Ensino Médio: Amanda, 1º EM
Menção Honrosa - Ensino Médio: Luiz Felipe Japor, 2ºEM
Vale a pena considerar a dificuldade encontrada pela equipe julgadora, uma vez que, de modo geral, os textos eram muito bons.

A guerra das caatingas - mais textos

No meio daquela guerra, os soldados enfrentaram um fator a mais, que foi a vegetação da caatinga. Enquanto os sertanejos se deslocavam sem nenhum problema, os soldados lutavam contra a caatinga.

Mais um fator

Tendo em vista
A supremacia dos soldados
A caatinga vira um aliado
De quem lutava para viver
Contra soldados super armados
Que não pensaram
Em nenhum momento em todo
Aquele sangue derramado

Lucas Webert Faria

A guerra das caatingas - textos

A Guerra entre a Caatinga e os Soldados

Caatinga a defensora
da população sertaneja,
que na invasão do exército
contra seu povo, lutou.

Canudos uma comunidade de fé,
com fiéis seguidores,
que morreram por ela,
sem querer protestar
seus direitos de sobrevivência.

Euclides da Cunha, um homem de coragem,
nomeado para colher informações,
de uma guerra desesperadora
entre brasileiros.

Parabéns, caatinga, por defender os nordestinos!
Mas ao mesmo tempo fico sentido
pela perda de seu povo
Tão querido!

Pedro Henrique Pinto dos Reis

Guerra das caaatingas

Alunos do 9º ano trabalharam com fragemento "A guerra das caaatingas", integrante de A Luta, em Os Sertões, de Euclydes da Cunha.
O trabalho contou com:
- identificação das espécies da flora da caatinga citados pelo escritor;
- pesquisa bibliográfica com informações botâncicas sobre as espécies relacionadas;
- elaboração de uma álbum com ilustrações e informações botânicas;
- produção de textos livres, através dos quais os alunos expressaram sentimentos e opiniões a partir do fragmento lido.
O sertanejo

Um homem muito sofrido
que enfrenta dificuldades.
O sol quente é o seu castigo.
Ele vive com simplicidade.

Mesmo passando aperto,
ele nunca desistiu,
pois ele é muito esperto,
lutando por esse Brasil.

Sua terra ele conhece,
todas as plantas e animais,
mesmo quando escurece,
Ele não teme jamais.

Tudo ele usa a seu favor,
As árvores com seu espinho.
Lutando com muito furor,
como a ave ao sair do ninho.

Como é que pode
um povo lutar entre si?
É tamanha complexidade,
que espanta de se ouvir.

Um povo acostumado
a passar necessidades.
Sonha acordado
com paz e igualdade.


Luynnne Almeida Zanon

Trovas mais

Depois que Euclides morreu
Sua memória aqui ficou
Pois um livro ele escreveu
E uma guerra então contou!


Não durou muito tempo
Mas logo ficou famoso
Euclides voou no vento
Em seu tempo majestoso.

Aluna: Bruna Torre, 7º ano


Euclides, escritor de histórias
Canudo em Os Sertões
Agora em nossas memórias
Está em nossos corações.

Aluna: Marina Monnerat, 7º ano

MAIS TROVAS...


Euclides escreveu Os Setões
Narrou a guerra sangrenta
Mostrou a muitas nações
Confrontos, muita tormenta

Aluno: Vitor Braga, 7º ano


Canudos: guerra sangrenta
Da República, a vitória
Canudos: guerra cinzenta...
Euclides fez a história

Aluna: Michele, 7º ano

TROVAS

TROVAS
TROVA é uma composição versificada, de sentido completo e indeendente, com quatro versos em redondilha maior (sete sílabas poéticas) e rimas no esquema ABAB, ABBA, AABB, ABCB.
Dada a complexidade da composição em trova, alguns alunos criaram qaudras, atentos à sonoridade e rima da composição.
Lendo o livro Os Sertões
Obra que me faz pensar
Tive várias sensações
De alegria e bem estar
Aluna: Ana Luiza, 7º ano

Muitos trabalhos...

Os meses de agosto a outubro foram de muito trabalho e produção, por isso não conseguimos postar informações sobre as diversas atividades a medida que estas foram acontecendo.
Sendo assim atualizamos as informações apenas agora.
Acompanhe estas atualizações: novidades, surpresas e qualidade para encantar a todos!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Biomas: Amazônia e Mata AtLântica

O trabalho descrito abaixo, foi desenvolvido pelos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I, coordenados pelo professor de Ciências, Geografia e História da série.
O Projeto Anual Conhecendo o passado para escrever o presente – Verdes Caminhos de Euclides da Cunha tem como objetivo conhecer o legado euclidiano sobre a Amazônia, estabelecendo relações com ambiente Amazônico atual e com a Terra Natal do escritor.


VERDES CAMINHOS DE EUCLIDES DA CUNHA: BIOMAS: AMAZÔNIA E MATA ATLÂNTICA

5º ano

Professora responsável: Cristiane Mulin


Os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I, coordenados pela professora Cristiane Mulin trabalharam pesquisando os Biomas Amazônico e da Mata Atlântica. Algumas espécies de animais e plantas nativos dessas regiões do Brasil foram selecionadas para o estudo. Confeccionaram uma maquete de massa de modelar artesanal para cobrir os mapas da Região Amazônica e do Estado do Rio de Janeiro, dando destaque ao relevo específico das regiões e a hidrografia do Rio Paraíba do Sul e do Rio Purus. E ainda, construíram fichas com as identificações da flora e da fauna estudadas.

Verdes Caminhos de Euclides da Cunha - Cantagalo e Acre

Ostrabalho descrito abaixo, foi desenvolvido pelos alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I, coordenados pelo professor de Ciências, Geografia e História da série.
O Projeto Anual Conhecendo o passado para escrever o presente – Verdes Caminhos de Euclides da Cunha tem como objetivo conhecer o legado euclidiano sobre a Amazônia, estabelecendo relações com ambiente Amazônico atual e com a Terra Natal do escritor.


VERDES CAMINHOS DE EUCLIDES DA CUNHA: CANTAGALO E ACRE

4º ano


Professora responsável: Erenita Pietrani


Inseridos no Projeto anual Conhecendo Passado para Escrever o Presente – Verdes Caminhos de Euclides da Cunha, os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I estudaram o Rio Paraíba do Sul, valorizando a Hidrografia de Cantagalo – Terra Natal de Euclides da Cunha e o Rio Purus, no Acre, onde Euclides da Cunha em 1904 e 1905 fez sua Expedição Amazônica – o que justifica o eixo estudado durante esse bimestre.
A pesquisa sobre o Rio Paraíba do Sul se concretizou em uma aula-passeio à São Sebastião do Paraíba - 4ºdistrito de Cantagalo. Os alunos tiveram acesso à história do Distrito por meio do Sr. Sebastião, morador antigo da região e da professora Erenita Pietrani. A aula-passeio teve um roteiro muito interessante cheio de aventuras. Os alunos conheceram o relevo da região, a Praça, a Escola Municipal, o Estádio, o Rio Paraíba do Sul, a Biblioteca Municipal, a Igreja Católica, o Comércio local, etc... A professora Erenita levou o mapa do distrito e conversou sobre a cartografia do lugar. As crianças deixaram registradas nas fotos e em frases suas impressões sobre a visita: Adorei a excursão, foi emocionante! Aprendemos coisas muito interessantes, como por exemplo, que o Rio Paraíba separa o Estado do Rio de Janeiro do estado de Minas Gerais. Gostei da biblioteca e do colégio. Achei a praça muito limpinha. As pessoas que moram lá são muito legais, algumas vieram conversar com a gente.

Fronteiras que aproximam sabores

O trabalho descrito abaixo, foi desenvolvido pelos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I, coordenados pelos professores de Ciências, Geografia e História da série.
O Projeto Anual Conhecendo o passado para escrever o presente – Verdes Caminhos de Euclides da Cunha tem como objetivo conhecer o legado euclidiano sobre a Amazônia, estabelecendo relações com ambiente Amazônico atual e com a Terra Natal do escritor.


FRONTEIRAS QUE APROXIMAM SABORES

3º ano

Professora responsável: Nilcélia Câmara Luz

Viajando nos Verdes Caminhos de Euclides da Cunha, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I escolheram para pesquisar duas árvores frutíferas brasileiras: o Açaizeiro – árvore nativa da Região Amazônica e o Cambucazeiro – árvore nativa da Mata Atlântica.
Depois da pesquisa a turma embarcou numa aula-passeio com muito verde. Em busca do Cambucá as crianças, juntamente com a professora Nilcélia percorreram alguns pontos de nossa cidade. A primeira parada foi no Horto Florestal onde fotografaram imagens de mudas de Cambucás que tinham sido atacadas por formigas, informação que receberam do Sr Luís – atual responsável pela limpeza do Horto. Além das mudas conheceram um pé adulto de Cambucá com um fruto ainda verde. A segunda parada foi em frente à Pousada dos Cambucás onde encontraram uma árvore bem jovem. Na Praça João XXIII viram uma outra árvore jovem. No Sítio do Senhor Edmo, sem a presença das crianças, foi realizado o registro do maior cambucazeiro próximo ao Colégio – uma árvore adulta, com frutos grandes e maduros, mãe da árvore da Praça.

Plantas Medicianis da Amazônia e Mata Atlântica

O trabalho descrito abaixo, foi desenvolvido pelos alunos do 2º do Ensino Fundamental I, coordenados pelos professores de Ciências, Geografia e História da série.
O Projeto Anual Conhecendo o passado para escrever o presente – Verdes Caminhos de Euclides da Cunha tem como objetivo conhecer o legado euclidiano sobre a Amazônia, estabelecendo relações com ambiente Amazônico atual e com a Terra Natal do escritor.


PLANTAS MEDICINAIS: REGIÃO AMAZÔNICA E MATA ATLÂNTICA
O que você preserva, volta em vida para você!

2° ano

Professora responsável: Cristina Marini - Professora de Matemática e Ciências do 2º ano

Professora convidada: Lineze Santana Cruz Pecly - Professora de Matemática e Física do Ensino Médio



Viajando nos Verdes Caminhos de Euclides da Cunha, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I aprenderam em conjunto com os estudos euclidianos sobre a Amazônia, alguns conteúdos relacionados ao ambiente Amazônico e Cantagalense. Construíram um terrário composto de algumas mudas de plantas medicinais da Região Amazônica e da Mata Atlântica coordenados pela professora Cristina Marini - professora de Matemática e Ciências da turma e a professora Lineze Santana Cruz Pecly - professora de Matemática e Física do Ensino Médio de nosso Colégio. Para construção do terrário a turma seguiu as seguintes etapas: uma camada de pedras, outra de carvão vegetal, areia, argila e terra com húmus repleta de material orgânico e minhocas para produzir mais húmus. E no último andar, algumas mudas de plantas medicinais: gengibre, cânfora, babosa, alecrim, manjericão, boldo, poejo, erva-cidreira, em seguida, o grupo molhou as mudas e cobriu todo o vidro com plástico. No dia seguinte a professora Cristina Marini foi visitar o terrário com as crianças e para surpresa tinha chovido no terrário. As crianças ficaram interessadas no acontecimento, a professora aproveitou a oportunidade para explicar o ciclo da água: a água que foi utilizada para regar penetrou nas mudas pela raiz e foi liberada pelas folhas por meio da evaporação. O ambiente não absorveu todo o vapor que se instalou nas paredes e no teto do terrário. Quando o nível de umidade do ambiente ficou saturado aconteceu a chuva que nada mais é do que a devolução da água ao solo.

ACRÓSTICOS

Professor: Ludmar Lameirinhas Longo
Disciplina: Português
Série: 6º ano do Ensino Fundamental


Acrósticos

Acróstico: s.m. Arte poética; composição em que as letras iniciais dos versos formam, lidas verticalmente, palavras ou frases.
(In. Mini-Aurélio – O Dicionário da Língua Portuguesa; Ed. Positivo)

Proposta de atividade:
- Pesquisar sobre Canudos, Antônio Conselheiro e Euclides da Cunha.
- Criação de acrósticos a partir das palavras sugeridas (Antônio Conselheiro, Euclides da Cunha e Canudos)

Acrósticos selecionados:

Cidade humilde
Antônio Conselheiro a fundou
No interior do nordeste baiano ele surgiu
Uma guerra contra o exército a destruiu
Dntre os guerreiros morre Antônio Conselheiro
O nosso líder valente nunca desistiu
Sempre aprendemos com isso, um pouco do nosso Brasil

Guilherme Mateus da Cruz Mendes Vieira


Construída no Sertão
Antônio Conselheiro foi quem a fundou
Numa fazenda abandonada foi criada
Uma cidade destruída pela Guerra
Descrita por Euclides da Cunha
Opovo ali se organizava
Será sempre lembrada

Felipe Marques Palma



Cidade construída por
Antônio Conselheiro
Nunca me esquecerei
Uma cidade que viveu a guerra
Destruída pelo fogo
Os militares a descobriram
Situada no sertão da Bahia

Amadeu Cruz Campanati

Cidade igualitária
Antônio Conselheiro a fundou
Nunca será esquecida
Unido seu povo a defendeu
Destruída pela guerra
Olivro “Os Sertões” foi seu vingador
Seu povo foi lutador

Giovanni Braga Alves


Construída no sertão
Antônio Conselheiro foi quem a fundou
Numa fazenda abandonada foi criada
Uma cidade destruída pela guerra
Descrita por Euclides da Cunha
Opovo ali se organizava
Sertão, será sempre lembrado
Vitor Abrahim Guimarães Lontra